Alexandre Mancini, discípulo de Athos

22 fev

Gente, eu sei, o blog anda muito paradinho. Mas é que assim, de repente, o ano começou bombando!

Mas não vou ficar aqui me desculpando, não, porque eu sei que o que vocês querem é novidades ;-)

Pois bem: conheci esses dias o trabalho do Alexandre Mancini com azulejos. Eu amo azulejos. Eu amo arte em azulejos. E amo Athos Bulcão. Pronto, gamei na hora no trabalho do moço.

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E não é à toa que o estilo dele tem a ver com o do Athos. A admiração e o trabalho são tão próximos que em 2012 ele foi reconhecido como discípulo do mestre pela própria Fundação Athos Bulcão, que hoje também representa Alexandre Mancini no mercado.

O Alexandre é mineiro, de Belo Horizonte. É lá onde se encontra a maior parte de seu trabalho. Mas ele já tem intervenções feitas em outras cidades também, como São Paulo, Rio, Brasília, e até no exterior.

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Seus azulejos são criados para compor com projetos arquitetônicos e paisagísticos. Gostei muito da descrição que está no site dele:

“Em grande parte de seus painéis Mancini utiliza o conceito da composição modular aleatória onde a liberdade no assentamento é pautada pela compreensão do ritmo e movimento das formas geométricas. O resultado se mostra em obras que harmonizam o espaço e instigam a participação dos espectadores através da percepção sensorial. Alexandre Mancini reserva ao azulejista responsável pelo assentamento a montagem final de seus painéis dando-lhes plena liberdade a partir de simples instruções.”

Legal essa coisa de deixar a liberdade para o azulejista que irá fazer o assentamento, né?

Enfim, bom demais conhecê-lo. Espero poder usar seu trabalho em algum projeto meu um dia. Ó eu já sonhando alto! =D

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Uma resposta to “Alexandre Mancini, discípulo de Athos”

  1. Mariana fevereiro 22, 2013 às 11:51 am #

    Oi, Carol!
    Genial o trabalho dele! Eu não conhecia. Muito interessante isso de o azulejista responsável pelo assentamento “finalizar a obra”. Fica como uma arte feita a dois.
    Gostei bastante do visual que dá quando as peças seguem desencontradas. Temos a expectativa de visualizar o padrão, a linha reta, então as quebras trazidas na instalação fazem com que a gente preste ainda mais atenção no que está vendo.
    Lindo!
    Um beijo.

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